Vistoria offline: por dentro do sistema que roda em pátios sem sinal
IndexedDB, fila de sincronização e a decisão de engenharia que fez o Tem Laudo! funcionar em subsolos de concessionária.
Todo aplicativo de vistoria fala sobre 'funcionar offline'. Poucos realmente funcionam. A prova de fogo é o pátio subterrâneo de uma concessionária às 14h de terça, quando o consultor precisa fechar oito laudos até o fim do dia — e o 4G simplesmente some.
Por que insistimos em offline-first
Consultor parado é dinheiro parado. Se o app depende de conexão para salvar rascunho, ele para de funcionar exatamente onde precisa: garagem, subsolo, região rural. Offline-first significa que a vistoria acontece 100% no aparelho, e a nuvem é só o destino final.
A arquitetura em três camadas
- Cache do app (Service Worker) — a interface abre sem internet.
- IndexedDB — rascunhos, fotos e assinatura ficam salvos no celular.
- Fila de sincronização — ao voltar online, envia em background com retry exponencial.
Fotos são comprimidas e recebem marca d'água antes de entrar na fila. Isso reduz o payload em até 70% e garante que a evidência já saia com carimbo de data, hora e placa.
Recuperação de rascunho: o recurso que ninguém repara
Salvamento automático a cada segundo. Se o celular travar no meio da vistoria, o consultor abre o app, toca em 'Continuar' e retorna exatamente na etapa em que parou — com todas as respostas e fotos já preenchidas. É invisível quando funciona, e é justamente por isso que funciona.

